BRAVA GENTE, MEU ORGULHO! João J. C. Sampaio Não tenho dados para afirmar se nos anos passados havia mais civismo entre nós. Sei que, durante a minha permanência na escola fundamental, invariavelmente, todas as sextas feiras saudávamos a Bandeira Pátria. Nela aprendi a ver as pessoas simples deste País imenso. Simples, porque a minha infância foi vivida entre essas pessoas: lavradores e boias-frias; gente da roça, que desde cedo caminhava para o eito enfrentando o cabo da enxada na dura lide da lavoura. Apesar da rude labuta, tive o privilégio de entrar na escola e me tornar um admirador da cor verde desse Estandarte, porque parecia trazer em si a realidade da gente do mato, e o mato é verde! O amarelo, que ensi...